Zacarias Martins, André Goveia e José Benilson reforçaram a importância da formação de leitores e foram homenageados pela Academia Taguatinguense de Letras (ATL)
A 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília (BiLB), que ocorreu de 17 a 23 de agosto de 2026 no Museu Nacional da República, contou com a participação especial de três escritores do Tocantins: André Goveia, de Tocantínia, José Benilson, de Filadélfia e Zacarias Martins, de Gurupi
Os três representantes da literatura do Tocantins neste evento, participaram de movimentada tarde de autógrafos no sábado, dia 23, no espaço da Academia Taguatinguense de Letras (ATL), uma das mais ativas instituições literárias no Distrito Federal
Sarau no Café Literário
À noite os tocantinenses se apresentaram no palco do Café Literário da durante a programação do sarau em comemoração ao aniversário de 40 anos da Academia Taguatinguense de Letras, cuja a abertura foi feita de forma magistral pelo presidente da instituição, o professor e escritor Elias Fontele Dourado, que executou ao violino, dois minuetos de Bach e mais um número musical com flauta
Homenagens aos tocantinenses
Também, durante o sarau, Zacarias Martins, André Goveia e José Benilson foram agraciados com um diploma de reconhecimento público pelo trabalho que eles vêm realizando no Tocantins em benefício da cultura e da sociedade.
“Sentimo-nos honrados por receber tão importante distinção na capital da república e queremos agradecer pela alorosa acolhida que recebemos da ATL e, em especial, do casal de escritores Maria Félix Fontele e Gustavo Dourado, dois ícones da literatura Candanga, bem como, nosso agradecimento ao presidente da instituição, Elias Dourado, que nos proporcionou dar mais visibilidade à produção literária contemporânea do Tocantins”, destacou o poeta Zacarias Martins.
Grande aprendizagem
Já o poeta André Goveia disse que participar da Bienal Internacional de Brasília foi uma experiência inesquecível e gratificante, tendo superado suas expectativas.
“Além de lançar, comercializar minhas obras com certa facilidade e conversar cara a cara com uma diversidade de leitores longe da minha terra natal, o Tocantins, tive também, a oportunidade de fazer intercâmbio cultural com renomados escritores. Para mim, essa Bienal foi uma grande aprendizagem e espero poder participar de outras edições que virão”, afirmou.
Impressionado
De Filadélfia, no norte do Estado, o escritor e professor José Benilson também não escondeu sua empolgação em participar desse importante evento.
“Essa foi a minha primeira participação numa Bienal do Livro. Fiquei impressionado com a estrutura montada e a expressiva participação do público que me parece ávido para consumir mais o livro físico em detrimento ao digital, especialmente, por estarmos em plena era de novas tecnologias”, finalizou. (Por Emma Schneider)


