Em Natividade, a candidata propõe estrutura permanente no percurso e vê no turismo religioso oportunidade de desenvolvimento
A senadora e candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil), participou neste sábado, 15, da Romaria do Senhor do Bonfim, em Natividade. Dorinha celebrou a relação dos tocantinenses com as manifestações de fé e o significado da peregrinação para as famílias que todos os anos seguem até o Senhor do Bonfim.
“O Tocantins tem muitas manifestações de fé em que as pessoas renovam suas crenças. Aqui, no Senhor do Bonfim, temos a nossa maior Romaria, que recebe pessoas de todos os lugares porque acreditam, porque em algum momento de suas vidas encontraram na fé a proteção e força. Isso faz parte da nossa tradição, dos nossos costumes e da nossa cultura”, afirmou.
Dorinha estava acompanhada do candidato a vice-governador Atos Gomes (Republicanos), do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), da primeira-dama Karynne Sotero e de prefeitos de diferentes municípios para acompanhar a tradicional celebração religiosa.
Estrutura para os romeiros
Ao falar sobre as condições enfrentadas por quem faz a peregrinação, Dorinha defendeu uma estrutura permanente de apoio ao longo do trajeto. Entre as medidas, citou a criação de estações para oferecer mais segurança aos fiéis durante a caminhada. “Venho falando da importância de apoiar uma estrutura permanente e melhor para o romeiro, principalmente no deslocamento, que é muito arriscado. Estava conversando com o Atos e vamos começar a cobrar de imediato um projeto para fazer as estações do romeiro, para que eles possam caminhar com segurança”, disse.
Turismo religioso
A candidata também apontou o potencial das manifestações de fé para fortalecer o turismo e movimentar a economia das cidades que recebem peregrinos e visitantes. Para ela, o Estado precisa de planejamento para ampliar os investimentos no setor. “Tem muito investimento para ser feito para apoiar essa que é a maior manifestação da fé católica no nosso Estado. O turismo é um dos eixos mais democráticos para movimentar a economia. Temos riquezas naturais e é preciso o Estado ter um plano de desenvolvimento nessa área, buscar investimentos e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesses lugares”, afirmou.


