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Wanderlei Barbosa enaltece profissionais da saúde do Tocantins e rechaça politização do atendimento no HGP

Em pronunciamento nas redes sociais, governador destacou que a transferência de Kauan Carvalho Martins ocorreu após avaliação médica e criticou o uso político do caso

O governador do Tocantins e presidente do Republicanos no estado, Wanderlei Barbosa, utilizou as redes sociais neste domingo, 27, para defender a atuação dos profissionais do Hospital Geral de Palmas (HGP) e rechaçar o que classificou como politização do caso do menino Kauan Carvalho Martins, de 5 anos. O paciente foi transferido na sexta-feira, 25, em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea, para o Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto (SP), onde será avaliado por uma equipe especializada. A transferência ocorreu após avaliação da equipe médica, autorização para o transporte e confirmação de vaga na unidade especializada.

O governador também afirmou que a decisão judicial relacionada ao caso deveria ser cumprida sem colocar em risco a segurança do paciente. “A gente sabe que não há por que o HGP segurar um paciente que precisa de tratamento em outro lugar. Se nós não oferecemos o tratamento, a pessoa precisa ser transferida. Nós lembramos que a mãe dele fez um manifesto, que nós respeitamos muito. É o desespero de uma mãe, mas, às vezes, as pessoas que a orientaram não sabiam, ou não queriam entender, que uma decisão judicial, para um paciente que está em um leito de UTI, depende de um encaminhamento ou de uma orientação médica. E nós esperamos essa orientação para que ela fosse dada no tempo certo, sem colocar em risco a vida do Kauan “, detalhou.

Ainda conforme Wanderlei Barbosa, o HGP prestou toda a assistência necessária durante o período de internação, até que a transferência pudesse ser realizada com segurança. O chefe do Executivo também criticou o que classificou como politização do caso e defendeu os profissionais da unidade.

“Eu acho que, quando a motivação política faz da maneira que fizeram nesse assunto, é porque essas pessoas não têm sentimento nem coração e não respeitam os nossos profissionais. Quando faltam com respeito ao HGP, faltam com respeito aos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais profissionais do hospital. Dificuldades nós temos, e o Brasil inteiro tem. Basta analisar as pesquisas mais recentes para ver que todos os estados enfrentam o mesmo desafio na saúde. Mas nós melhoramos muito. Agora, este é um momento muito sensível por causa do processo eleitoral”, acrescentou.

A transferência de Kauan para São Paulo passou a ser discutida judicialmente diante da necessidade de uma avaliação cardiológica especializada e da possibilidade de realização da cirurgia de Fontan, procedimento que ainda dependerá da análise da equipe médica que receberá o menino.

Com a chegada à unidade paulista, Kauan passará por avaliação da equipe especializada. A definição sobre a realização da cirurgia e as próximas etapas do tratamento dependerá dos exames e do parecer médico.

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