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Lideranças Javaé declaram apoio à Professora Dorinha e apresentam demandas das aldeias

Indígenas defenderam avanços em água potável, saúde, educação e infraestrutura; plano de governo prevê ações específicas para comunidades tradicionais

Lideranças indígenas Javaé declararam apoio à candidatura de Professora Dorinha (União Brasil) ao Governo do Tocantins durante uma reunião realizada na passagem da candidata pelo Sul do Estado. Ao lado do vice Atos Gomes (Republicanos), Dorinha ouviu demandas das comunidades por água potável, saneamento, saúde, educação, transporte e melhoria das estradas.

Cacique da Aldeia Boa Esperança e vereador de Formoso do Araguaia, Micael Javaé (Republicanos) afirmou que o apoio está ligado ao histórico de atuação da candidata junto às comunidades indígenas. “Falar da Professora Dorinha é falar de progresso, conquista e avanços nas comunidades indígenas. Ela nos representa há muito tempo, desde quando foi secretária de Educação. Já colocou recursos na saúde e na educação indígena, acompanhou as comunidades e conhece a nossa realidade”, disse.

Vice-cacique da Aldeia Barreira Branca e vereador de Sandolândia, Valdemir Javaé (União Brasil) também manifestou apoio. “Estou aqui, junto com os caciques, para declarar nosso apoio à Professora Dorinha. Estamos juntos e fortes”, afirmou.

Durante a conversa, indígenas relataram dificuldades no acesso à água potável e pediram a perfuração de poços artesianos, além de melhorias no saneamento, nas escolas, no transporte, nas estradas e no atendimento de saúde. Mulheres indígenas também destacaram a necessidade de ações permanentes e maior atenção às aldeias, inclusive às comunidades lideradas por mulheres.

Água potável entre as prioridades

Entre as propostas do plano de governo de Dorinha para povos indígenas e comunidades tradicionais está o Programa Água Viva, que prevê prospecção hidrogeológica, poços artesianos fotovoltaicos, estações comunitárias de purificação e formação de zeladores da água. O plano também prevê a Plataforma Território Vivo, com mapeamento georreferenciado e socioeconômico das aldeias e comunidades quilombolas, além de Casas de Acolhimento Interculturais e ações de formação e profissionalização.

Na área de saúde indígena, o plano propõe equipes multidisciplinares, participação de agentes indígenas formados nas próprias comunidades e fortalecimento da estrutura de atendimento.

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