Ao lado do secretário Donizeth Silva (Sefaz) e de auxiliares, presidente da FIETO conheceu as instalações e projetos de expansão da empresa
O presidente do Sistema FIETO, Roberto Pires, visitou, nesta terça-feira, 21, as instalações da Cargill, no Parque Industrial de Porto Nacional, em companhia do secretário estadual da Fazenda, Donizeth Silva, diretora regional do SENAI, Márcia Rodrigues de Paula, superintendente regional do SESI, Fernando Wirthmann, e pelo assessor de Defesa da Indústria, Carlos Antônio.
Pires e comitiva foram recepcionados pela diretora de relações governamentais da empresa, Isabella Martins, pelo diretor da planta de Porto Nacional, Caio Ishikura, e por Carlos Muller, gerente de relações governamentais da Abiove (Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais), que mostraram as instalações da Cargill, falaram sobre projetos e sobre a expansão da unidade de Porto Nacional, voltada prioritariamente ao processamento de soja e à fabricação de biodiesel no estado.
O objetivo da visita, segundo o presidente Roberto Pires, foi conhecer mais de perto o trabalho da Cargill, uma empresa de grande importância para o setor industrial e, consequentemente, para a economia tocantinense. “A FIETO tem a missão de defender, apoiar e fomentar o setor no Estado e isso ocorre com a atuação conjunta de empresários, trabalhadores e parcerias com as esferas governamentais para desenvolvermos cada vez mais as nossas indústrias através de sustentabilidade, inovação e investimentos. Essa ampliação da Cargill agrega valor ao agronegócio e isso vem ao encontro da nossa atuação”, diz.
Cargill no Tocantins
De origem norte-americana com mais de 160 anos de experiência como empresa familiar e foco no fornecimento de soluções alimentares e agrícolas através de uma cadeia de suprimentos segura, responsável e sustentável, a empresa está no Brasil desde 1965 e é uma das maiores indústrias de alimento do país.
Sua grande operação industrial em Porto Nacional (TO) ocorreu oficialmente em 1º de dezembro de 2023 após a conclusão da compra de três complexos industriais e quatro armazéns da empresa Granol. Antes, a multinacional já atuava em menor escala na região com a secagem e armazenagem de grãos. (Por Tião Pinheiro/Assessoria de Imprensa)

