Obra será lançada nesta terça-feira, 26, às 10 horas, na ETI Fidêncio Bogo, localizada na região de Taquaruçu Grande
A paixão pela literatura e pelas memórias afetivas da infância ganhou forma em uma nova obra infantil da professora da rede municipal de ensino de Palmas, escritora e doutora em Ensino de Língua e Literatura, Gislene Camargos. Com o lançamento do livro ‘A menina que engolia sementes’, que acontece nesta terça-feira, 26, às 10 horas, na Escola de Tempo Integral (ETI) Fidêncio Bogo, a autora apresenta ao público infantil uma narrativa repleta de ludicidade, inspirada nas tradições orais e expressões típicas da cultura mineira.
Gislene Camargos traz para as páginas do livro lembranças da infância e expressões populares que marcaram gerações, especialmente as famosas advertências maternas, como o receio de que, ao engolir uma semente, ela poderia germinar na barriga. Na obra, esse imaginário ganha vida por meio de um jardim encantado e conduz os leitores a um universo mágico e cheio de descobertas.
A obra destaca o regionalismo por meio do uso do vocabulário típico mineiro. Expressões como “nódia” e “dar congestã” aparecem ao longo da história como elementos que preservam a oralidade e aproximam as novas gerações das tradições familiares e culturais.
“Como professora e escritora apaixonada pela literatura, desejo que as crianças de todas as idades mergulhem no mundo mágico, encantado e lúdico de ‘A menina que engolia sementes”, destaca Gislene Camargos.
A autora
Natural de Lagoa Formosa (MG), Gislene é professora da rede municipal de educação de Palmas com ampla trajetória acadêmica e literária. Também atua na formação de profissionais de bibliotecas e utiliza sua experiência na área para construir uma narrativa que une literatura, memória afetiva e valorização cultural.
Ilustrações
A obra conta ainda com ilustrações da designer gráfica paulista Jaqueline Bastos, que também atua como escritora, com dois contos publicados e participação em diversas antologias literárias. “Como alguém que ama ilustração e literatura, vejo o livro infantil como uma ferramenta de conexão. Quero que as crianças se encantem com o mágico, mas que também reconheçam a identidade e o sotaque que fazem parte da história”, observa.


