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Vanderlei Luxemburgo defende esporte e educação como caminhos para formar jovens no Tocantins

Pré-candidato ao Senado pelo Podemos participou de sessão na Câmara de Araguaína e relacionou sua trajetória de inovação no futebol à criação de projetos sociais para crianças e adolescentes

O pré-candidato ao Senado pelo Podemos, Vanderlei Luxemburgo, participou nessa terça-feira, 5, de sessão na Câmara Municipal de Araguaína, onde defendeu o esporte e a educação como caminhos para formar cidadãos e ampliar oportunidades para crianças e adolescentes no Tocantins.

Recebido como convidado de honra, Luxemburgo ocupou a mesa da presidência da Casa de Leis e falou aos vereadores sobre gestão, inovação, propósito na vida pública e projetos voltados à população menos favorecida. A presença de Luxemburgo foi marcada por reconhecimento institucional, diálogo com parlamentares e defesa de uma política baseada em experiência, propósito e entrega.

O presidente da Câmara Municipal de Araguaína, vereador Max Fleury, destacou a trajetória de Luxemburgo e sua relação com o Tocantins. Segundo ele, o ex-treinador escolheu o Estado, mantém vínculos familiares e empresariais, gera emprego e tem condições de contribuir com sua experiência na gestão, no esporte e na vida pública.

Em sua fala, Luxemburgo afirmou que sua carreira foi marcada pela busca por inovação, formação de equipes qualificadas, modernização de estruturas e construção de resultados. Ao lembrar sua atuação no futebol brasileiro, disse que ajudou a transformar o modelo de trabalho das comissões técnicas, com a valorização de profissionais como fisiologistas, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e preparadores especializados.

O pré-candidato relacionou essa experiência à política pública. Segundo ele, o mesmo olhar de gestão, método e formação de pessoas pode ser aplicado em projetos sociais capazes de alcançar crianças e adolescentes nos municípios tocantinenses.

Esporte e educação como projeto de base


“Eu cheguei para ganhar”, afirmou Luxemburgo, ao defender que sua entrada na vida pública tem relação com propósito, experiência acumulada e vontade de transformar ideias em ações concretas no Tocantins.

Luxemburgo defendeu a implantação de iniciativas integradas entre esporte e educação, especialmente no ensino fundamental, com foco em jovens de 9 a 17 anos. Para ele, é nessa fase que o poder público deve atuar com mais força para formar cidadãos, revelar talentos e oferecer alternativas concretas às famílias em situação de vulnerabilidade.

“O político não é político dele. O político é político da população “, afirmou, ao defender que governos federal, estadual e municipais atuem de forma integrada para criar oportunidades reais à população menos favorecida.

Vínculo com o Tocantins e propósito público

Durante a sessão, Vanderlei comentou sobre sua longa relação com o Tocantins, que há muitos anos o abraçou e recordou a realização da Taça Vanderlei Luxemburgo, em 2009, quando percorreu municípios tocantinenses em ações ligadas ao futebol e à integração esportiva.

Aos 73 anos, Luxemburgo afirmou que não pretende construir carreira política tradicional. Segundo ele, sua entrada na vida pública tem relação com propósito, experiência acumulada e vontade de colocar ideias em prática no Tocantins. “Eu não quero ser político de carreira. Eu quero ser político de um mandato”, declarou.

O pré-candidato também criticou a polarização política e afirmou que o debate público precisa voltar a olhar para o que melhora a vida das pessoas. Para ele, a divisão entre esquerda e direita não pode estar acima das necessidades concretas da população. “Acho que cada um de nós tem obrigação de entender o que é melhor para a população, independente de esquerda ou direita”, disse.

Ao valorizar o papel dos vereadores, Luxemburgo afirmou que a política começa na base e que o mandato precisa servir à população. Para ele, o vereador é uma das figuras mais importantes da vida pública brasileira, por estar mais perto das demandas reais das pessoas.

Ao fundo da tribuna do plenário, a imagem de José Wilson Siqueira Campos, criador do Tocantins, compunha a cena de forma simbólica. Diante dela, Luxemburgo falou sobre oportunidade, formação de jovens e vontade de contribuir com o Estado. A camisa amarela, cor da Seleção Brasileira e presente na bandeira tocantinense, completava um quadro político marcado por memória, identidade e afirmação.

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