Aposentado, César Simoni é um dos principais nomes do estado quando o assunto é segurança pública
Com trajetória consolidada na área da segurança, o ex-secretário da Segurança Pública, ex-promotor de Justiça e ex-policial federal César Simoni se apresenta como pré-candidato a deputado federal pelo Tocantins. A pré-candidatura tem como eixo central a segurança pública, com ênfase no combate ao crime organizado, na defesa dos CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores) e no enfrentamento direto à corrupção.
Referência em segurança pública
Aposentado, César Simoni é um dos principais nomes do estado quando o assunto é segurança pública, acumulando experiência prática no combate à criminalidade e na gestão da área. Com esse histórico, entra na disputa defendendo leis mais duras contra o crime, fortalecimento das forças de segurança e garantia de proteção ao cidadão.
“Conheço a segurança pública na prática. Já estive à frente da Secretaria, sei onde estão os problemas e o que precisa ser feito. Segurança se faz com lei sendo cumprida, respaldo para quem está do lado certo e punição para quem insiste no crime”, afirma.
Defesa dos CACs e enfrentamento ao crime
Entre as prioridades, César Simoni destaca o combate a facções criminosas como PCC e Comando Vermelho, o enfrentamento à violência no campo e políticas mais efetivas contra a violência, especialmente contra a mulher.
Na mesma linha, defende o direito dos CACs e o acesso legal à arma para cidadãos que cumprem a lei, como forma de garantir a legítima defesa.
“Quem cumpre a lei não pode ser tratado como criminoso. O Estado precisa garantir o direito de defesa do cidadão e agir com firmeza contra quem está fora da lei”, pontua.
Combate à corrupção e uso eficiente dos recursos
Além da segurança, o pré-candidato adota discurso direto contra a corrupção e a má gestão dos recursos públicos. “O Brasil precisa de ordem também na gestão. Não roubo e não deixo roubar. É simples: é só não pegar o que não é seu”, afirma César Simoni.
Ele defende prioridade real para saúde, educação e segurança, com críticas a gastos considerados desnecessários. “O cidadão paga imposto e precisa ver resultado. O recurso público tem que voltar em serviço de qualidade, não em desperdício”, conclui.

