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Fundação Cultural de Palmas reforça acervo da Biblioteca Jaime Câmara com doação do MPF

Cerca de 12 mil obras recebidas irão ampliar o acesso à leitura e fortalecer o sistema municipal de bibliotecas

A Fundação Cultural de Palmas (FCP) recebeu do Ministério Público Federal (MPF) no Tocantins um importante acervo bibliográfico, que passa a integrar a Biblioteca Pública Municipal Jaime Câmara, fortalecendo o acesso da população à leitura e ao conhecimento. 

A doação é resultado do processo de desfazimento do acervo da Procuradoria da República no Tocantins, que destinou aproximadamente 12 mil obras à Fundação. Entre os materiais, há exemplares patrimoniados e não patrimoniados, que agora contribuem para o enriquecimento do acervo da principal biblioteca pública da Capital.

Com a incorporação dos novos títulos, a Biblioteca Jaime Câmara amplia a diversidade de obras disponíveis ao público e reforça seu papel como espaço de formação, pesquisa e incentivo à leitura. A iniciativa também fortalece as políticas públicas culturais desenvolvidas pela Fundação Cultural de Palmas, especialmente no que diz respeito à democratização do acesso ao livro.

A presidente da Fundação Cultural de Palmas, Luara Aquino, destacou a importância da doação para o fortalecimento das políticas públicas de leitura no município. “Receber esse acervo representa um avanço significativo para a cultura em Palmas. Esses livros irão fortalecer a Biblioteca Jornalista Jaime Câmara e também alcançar outros espaços de formação, inclusive em regiões mais afastadas, ampliando o acesso da população à leitura e ao conhecimento”, ressaltou.

Seleção das obras

O processo de seleção das obras foi conduzido por comissão instituída pela Portaria nº 101, de 18 de junho de 2024. Os trabalhos tiveram início em agosto de 2024 e foram formalmente concluídos em 21 de outubro de 2025, após análise técnica detalhada do acervo.

A servidora Valkíria Corrêa, que atuou diretamente na execução dos trabalhos, disse que o processo envolveu uma triagem criteriosa. “Começamos com a separação dos livros, a catalogação, com apoio da bibliotecária da Procuradoria-Geral da República (PGR), que fez uma análise mais detalhada do acervo, classificando o que estava desatualizado, duplicado e o que poderia ser destinado”, explicou.

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