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Servidores da segurança reforçam apoio à Professora Dorinha; “Líder que não consulta a base deixa de ser líder”

Na coletiva desta segunda-feira, representantes da Polícia Militar e da Polícia Científica afirmaram que adesões individuais ao adversário não representam a posição dos grupos que apoiam a candidata

Texto: Cidiane Carvalho
Fotos: G Félix Rocha

A Professora Dorinha (União Brasil) recebeu, durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 12, a reafirmação do apoio de servidores da segurança pública ao seu projeto para o Governo do Tocantins. Estiveram na coletiva representantes do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (SINPOL-TO), do Sindicato de Peritos Oficiais do Estado do Tocantins (SINDIPERITO), da Associação de Praças e Soldados de Palmas e Gurupi (APRA-TO), da Liga Sindical Tocantinense (LIGA), da Associação dos Servidores Públicos (ASSEMP) e do Sistema Socioeducativo, entidades e segmentos que, juntos, representam mais de 4 mil profissionais.

Os participantes destacaram que permanecem com a candidata no segundo turno e contestaram a ideia de que decisões individuais de apoiar o adversário expressem a posição da base. O tenente-coronel Addson Acacio Pimentel criticou a decisão do ex-comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Barbosa de mudar de palanque sem ouvir os profissionais que
acompanharam sua trajetória. “Um líder que vai para o outro lado sem consultar a base, ele deixa de ser líder”, afirmou.

Pimentel também destacou os recursos destinados por Dorinha à Polícia Militar e lembrou que o próprio ex-comandante reconhecia publicamente essa contribuição. “Ele sempre falou que a senadora Dorinha foi a que mais injetou recursos na Polícia Militar, inclusive no comando dele. Então, seria incoerente da nossa parte não apoiar ela, visto que ela tem um projeto coletivo, não um projeto individual”, declarou.

Apoio permanece e mobilização aumenta
Representante da categoria dos papiloscopistas, a servidora do Instituto de Identificação, Helena Monteiro afirmou que o grupo ao qual pertence mantém o apoio à candidata e está empenhado na busca por novos eleitores.
“Esse apoio do primeiro turno será muito mais fortalecido agora no segundo turno, porque nós sabemos que ela é a candidata mais bem preparada”, disse. Sobre as adesões ao adversário, foi direta: “São casos isolados e, da base mesmo, ninguém saiu do apoio”.

Helena relacionou essa posição ao histórico de atuação de Dorinha em defesa da Polícia Científica e da perícia oficial. Citou o atendimento às demandas dos profissionais, a destinação de emendas e o trabalho conjunto com o senador Eduardo
“Dorinha sempre apoiou as pautas da Polícia Científica, da perícia oficial”, afirmou. Segundo ela, esse reconhecimento se traduz em participação ativa na campanha: “Todos estão realmente apoiando e se empenhando em buscar votos para a senadora Dorinha”.

O subtenente da Polícia Militar Cleiton Alves Carvalho, e presidente da Associação de Praças Militares, também afirmou que as mudanças individuais de apoio não representam a base mencionada por ele. Ao defender a continuidade da parceria com o grupo do governador Wanderlei Barbosa, citou avanços na carreira que alcançaram diferentes patentes.
“Qual o motivo que me faria não estar ao lado de quem deu a mão? E deu a mão para todos”, questionou.

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