A movimentação coloca Edy César entre os nomes mais importantes no cenário político estadual com base em experiência administrativa e atuação na esfera federal
O superintendente do patrimônio da União no Tocantins, Edy César dos Passos Júnior, anunciou nesta sexta-feira, 13, que está deixando a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) para concorrer a cargo eletivo nas eleições de 2026. A exoneração, a pedido, terá efeitos a partir da data de publicação, em conformidade com a legislação eleitoral.
Servidor público federal, Edy César esteve à frente da Superintendência vinculada à SPU, órgão integrante do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, onde coordenou ações estratégicas relacionadas à destinação e regularização de imóveis da União no estado do Tocantins.
A movimentação coloca Edy César entre os nomes mais importantes no cenário político estadual com base em experiência administrativa e atuação na esfera federal.
Ao anunciar sua saída, Edy César ressaltou que a decisão atende às exigências legais para candidatura e representa um novo passo em sua trajetória pública, enfatizando temas como desenvolvimento regional, fortalecimento da gestão pública e ampliação do acesso a políticas estruturantes.
“Durante minha gestão, a SPU no Tocantins ampliou a destinação de áreas públicas para políticas sociais, com foco em habitação de interesse social, regularização fundiária urbana e apoio à implantação de equipamentos públicos municipais. Foi uma gestão participativa, com diferentes entes federativos, com foco na população tocantinense, de forma humanizada e democrática”, pontuou.
A atuação de Edy César também buscou integrar a gestão patrimonial às agendas de desenvolvimento sustentável e ordenamento territorial, o que fortaleceu o papel social dos bens da União.
Gestão
Outro eixo de destaque foi o aprimoramento dos fluxos administrativos e a qualificação técnica das análises processuais, com ênfase em segurança jurídica, transparência e diálogo institucional com prefeituras, órgãos federais e representantes da sociedade civil. A gestão priorizou também a racionalização do uso do patrimônio público e a redução de passivos históricos relacionados à ocupação irregular de áreas federais.


