Segundo pesquisa da Conab e do DIEESE divulgada nessa segunda-feira, 9, a capital tocantinense apresentou queda em 8 dos 12 alimentos pesquisados, com destaque para banana, arroz e açúcar
O custo da cesta básica em Palmas foi de R$ 695,28 em fevereiro de 2026, uma redução de 0,74% em relação a janeiro, de acordo com a Análise Mensal da Cesta Básica de Alimentos, realizada em parceria pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), e divulgada nessa segunda-feira, 9 de março.
Oito de 12
Na capital tocantinense, oito dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios entre janeiro e fevereiro: banana (-9,96%), arroz agulhinha (-4,55%), açúcar cristal (-4,17%), óleo de soja (-1,16%), leite integral (-0,85%), café em pó (-0,67%), carne bovina de primeira (-0,42%) e pão francês (-0,11%). Outros quatro produtos apresentaram elevação: tomate (4,57%), feijão carioca (2,25%), manteiga (0,94%) e farinha de mandioca (0,21%).
Acumulado
Em Palmas, no acumulado desde abril de 2025, foram registradas quedas em 10 dos 12 produtos que compõem a cesta básica, com destaque para o arroz agulhinha (-25,65%), tomate (-24,36%) e o leite integral (-13,39%). Também tiveram redução de preço o açúcar cristal (-9,45%), feijão carioca (-7,53%), café em pó (-4,75%), banana (-4,61%), farinha de mandioca (-4,34%), pão francês (-3,85%) e manteiga (-2,33%). Apenas a carne bovina de primeira (4,01%) e o óleo de soja (1,85%) registraram elevação.
Queda em oito
Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, foram registradas quedas no preço médio de oito dos 12 produtos que compõem a cesta básica: banana (-11,50%), leite integral (-7,62%), arroz agulhinha (-4,55%), açúcar cristal (-4,17%), café em pó (-2,19%), óleo de soja (-1,16%), carne bovina de primeira (-0,24%) e pão francês (-0,11%). Os outros quatro itens apresentaram elevação de preço: tomate (46,44%), manteiga (1,50%), feijão carioca (0,52%) e farinha de mandioca (0,21%).
Mais com menos
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o comprometimento da renda com a compra da cesta básica caiu para 46,37% em fevereiro de 2026, frente a 46,71% em janeiro de 2026. O resultado indica que o trabalhador tocantinense passou a comprar mais alimentos básicos gastando uma parcela menor do salário. (Fonte: Secom/PR)


