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Governo do Brasil se reúne para discutir ataque de Trump à Venezuela

O governo brasileiro já entrou em contato com o governo venezuelano para acompanhar a situação no país vizinho.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará uma reunião de emergência neste sábado, 3, para tratar sobre o ataque do governo dos Estados Unidos à Venezuela e as possíveis consequências da ação militar em território brasileiro.

Segundo fontes da diplomacia, o governo brasileiro já entrou em contato com o governo venezuelano para acompanhar a situação no país vizinho.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, estava de férias até a próxima terça-feira, 6, mas encurtou o período e está voltando para Brasília. Até a chegada dele, quem coordena a pasta é a secretária-executiva, Maria Laura da Rocha.

O presidente Lula também está fora de Brasília para o fim de ano. Ele e a primeira-dama, Janja da Silva, estão na base militar da Restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro.

Ministérios se preparam para receber refugiados

O Ministério da Justiça informou que se prepara para receber um aumento de refugiados da Venezuela, após a ação militar norte-americana.

A fronteira entre os dois países fica na cidade de Pacaraima, ao Norte de Roraima. Na manhã deste sábado, a fronteira estava fechada.

Roraima é a principal porta de entrada para venezuelanos que buscam melhores condições de vida no país.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também afirmou em uma rede social que o ataque do governo Trump deve ter impactos na saúde e aumentar o fluxo de venezuelanos na região de fronteira.

“Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e sistema de saúde. O Ministério da Saúde e o SUS Roraima já absorvem impactos da situação da Venezuela”, afirmou Padilha.

“Desde o início das operações militares no entorno do país vizinho, preparamos a nossa Agência do SUS, a Força Nacional do SUS e nossas equipes de Saúde Indígena para reduzirmos, ao máximo, os impactos do conflito na saúde e no SUS brasileiro. Que venha a PAZ! Enquanto isso, cuidaremos de quem precisar ser cuidado, em solo brasileiro”, acrescentou. (Com informações do G1)

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