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Sindesto cobra cronograma de pagamentos e alerta para possível paralisação de atendimentos no Tocantins

O Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Tocantins (Sindesto) informou que participou, nesta segunda-feira, 29 de dezembro, de uma reunião com representantes do Governo do Estado para discutir a regularização dos pagamentos em atraso e a continuidade dos atendimentos hospitalares no âmbito do plano de saúde Servir.

O encontro contou com a presença dos secretários Carlos Felinto (Saúde), Luciano Lima Costa (Subsecretário da Saúde), Paulo Cesar Benfica (Administração), Donizete Nogueira (Fazenda), Maurício (Planejamento) e Ana Cristina (Tesouro Estadual), além de representantes do Sindesto, entre eles o presidente da entidade, Thiago Antônio Figueiredo.

Durante a reunião, o Governo solicitou um voto de confiança ao sindicato e se comprometeu a quitar, até o mês de fevereiro, os pagamentos referentes às referências 9, 10 e 11, com início dos repasses ainda em janeiro. Também foi informado que os pagamentos da referência 8 foram concluídos no dia 30 de dezembro. Segundo o Sindesto, o Executivo estadual encaminhou resposta formal com esses compromissos, que será anexada à nota divulgada pela entidade.

Diante do posicionamento do Governo, o Sindesto realizou, no dia 30 de dezembro, uma reunião interna com os hospitais associados para deliberar sobre a proposta apresentada. Na ocasião, ficou definido que o sindicato enviará ao Estado um documento formal com uma série de reivindicações a serem pactuadas entre as partes.

Entre os principais pontos estão a solicitação de emissão das notas da referência 9 até o dia 9 de janeiro, pagamento dessa referência até 20 de janeiro, quitação das referências 10 e 11 ao longo do mês de fevereiro e a garantia de que, após a regularização, os pagamentos futuros não ultrapassem o prazo máximo de 90 dias.

O sindicato também cobra o envio de um calendário detalhado de planejamento dos pagamentos de 2026 até o dia 20 de janeiro, além da garantia mínima de pagamento de ao menos nove referências do exercício de 2026 ainda dentro do próprio ano. Outras demandas incluem a definição de um calendário fixo para a geração das notas fiscais, a participação do Sindesto na reformulação do manual do plano Servir, o parcelamento de glosas pendentes entre 2021 e julho de 2025, o pagamento das glosas das referências 8 e 9 juntamente com a referência 9 e esclarecimentos formais sobre o novo edital de credenciamento.

O Sindesto solicita ainda que o Governo encaminhe resposta oficial e assine um termo de compromisso contemplando todos os itens até o dia 10 de janeiro.

Em nota, o sindicato reforçou que, nos últimos meses, já emitiu diversos alertas sobre a possibilidade de suspensão dos atendimentos e destacou que os hospitais têm mantido a assistência à população mesmo diante de sucessivos atrasos e descumprimentos de acordos.

A entidade alerta, no entanto, que o não cumprimento de qualquer dos compromissos a serem formalizados poderá resultar na paralisação dos atendimentos, sem novos avisos, uma vez que notificações anteriores já foram protocoladas e reiterados votos de confiança foram concedidos ao Governo do Estado.

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