Aluna da rede municipal de Palmas é finalista da Olimpíada de Língua Portuguesa na categoria ‘Crônica’

  • 30/Out/2019 10h55
    Atualizado em: 30/Out/2019 às 10h59).
Aluna da rede municipal de Palmas é finalista da Olimpíada de Língua Portuguesa na categoria ‘Crônica’ Foto: Semed/Palmas

Aluna da Escola Municipal Beatriz Rodrigues da Silva, Ana Beatriz Rodrigues Paes, do 8º ano, está classificada para a fase final da 6ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP), que acontece em São Paulo – SP, no dia 9 de dezembro. As produções são baseadas no tema da edição, que contempla ‘o lugar onde vivo’, e estimulam os alunos a estreitar vínculos com a comunidade e aprofundar o conhecimento sobre a realidade local, contribuindo para o desenvolvimento da sua cidadania.

A representante da rede municipal de ensino de Palmas segue na disputa na categoria ‘Crônica’, com o texto ‘Sempre em Busca de Luz’. A professora Marilda Belizário Silva Ribeiro acompanha a aluna desde a elaboração.

Ana Beatriz Rodrigues Paes relata a alegria de ter seu texto escolhido. “Foi um sentimento gratificante de reconhecimento de todo o esforço e trabalho que tivemos, e alegria principalmente por representar o Tocantins na OLP com um gênero muito difícil de ser trabalhado que é a crônica”, comemorou. Segundo a aluna, o hábito de ler e escrever lhe propiciou expressar sentimentos e que o incentivo da professora a fez “deixar a insegurança de lado e escrever um texto baseado numa experiência que eu vivenciei. O concurso me proporcionou um amadurecimento muito grande, tanto nas minhas ideias quanto na minha escrita, e me fez descobrir uma paixão que eu nem sabia que existia pelo gênero crônica”.

A gestora da Escola Beatriz Rodrigues, Michelle Morais fala sobre a importância de projetos como a OLP para o crescimento do aprendizado dos alunos. “Estou muito feliz em ter acompanhado de perto a construção do texto e de todo o processo. Ver o crescimento e a maturidade literária da Ana Beatriz nos enche de orgulho.

Ela viveu cada momento das oficinas e encantou. Representou, participou, declamou e voltou cheia de histórias e amigos. É nessa educação de empoderamento e protagonismo que acreditamos. São projetos assim que levam o aprendizado para a vida toda. Na final, em dezembro, ela terá uma escola toda torcendo por ela e quem sabe a cidade”, relata.