Obra de Núbio Brito em exposição no Carrossel do Louvre, em Paris

  • 14/Out/2019 14h51
    Atualizado em: 14/Out/2019 às 14h55).
Obra de Núbio Brito em exposição no Carrossel do Louvre, em Paris Foto: Divulgação

Nos dias 18, 19 e 20 desse mês de outubro, em Paris (França), no salão do Carrousel du Louvre, acontecerá a 25ª edição da Exposição Internacional de Arte, promovida pela Artcom Expo Internacional. Entre os pintores de países de diversos continentes, o tocantinense Núbio Brito estará expondo a tela "Rendeira de Bilro". A obra em acrílica sobre tela (50x60cm) retrata uma das culturas mais antigas do artesanato.

Para Núbio Brito, esse é o momento cheio de expectativas, mas ao mesmo tempo com o desapego necessário para entender que o melhor já está acontecendo. "Meu agradecimento de coração à Soraia Demori, artista tocantinense que mora em Londres há mais de 12 anos, e a Baronesa Jiselda Salbu, importantes nesse processo", destacou.

Este ano já foram realizadas 10 exposições em vários países do mundo, entre eles, Argentina, Alemanha, Portugal, Brasil, Noruega, Itália, Emirados Árabes (Dubai) e Espanha. Após a exposição em Paris, Miami fechará o calendário de 2019.

Artcom Expo Internacional

Entidade de Arte Cultura e Literatura, sem fins lucrativos, que exerce forte influência no panorama artístico Internacional, e tem por objetivo principal associar, unir, promover e divulgar em nível internacional, artistas plásticos escritores internacionais. A associação foi fundada e idealizada pela Baronesa Jiselda Salbu e Sr. Hans Arnt Salbu, em 2012, e está sediada na Noruega.

Renda de Bilro

A referência histórica mais antiga está em um documento de partilha de duas irmãs, feito em Milão no ano de 1493. Lembrando que em 1500 os índios já habitavam o lado de cá), ocorreram inúmeras trocas, sejam por meio da língua-mãe, da religião, da política, da alimentação ou do fazer artesanal. Esse último, vale destacar, continua nos aproximando, pois desde que as rendas de bilros desembarcaram do lado de cá, por volta do século XVII, nunca mais perdeu-se o hábito de entrelaçar fios e produzir lindas rendas. (Zacarias Martins)