Vicentini Gomez fala sobre o filme que retratará a infância de Ayrton Senna no Tocantins

  • 25/Jul/2019 18h22
    Atualizado em: 25/Jul/2019 às 18h25).
Vicentini Gomez fala sobre o filme que retratará a infância de Ayrton Senna no Tocantins Foto: Joana Castro

O ator, produtor, diretor e cineasta Vicentini Gomez reuniu a imprensa local na manhã desta quinta-feira, 25, para falar sobre os preparativos e expectativas para o início dos trabalhos do filme ‘Ayrton: Meninices no Coração do Brasil’, que contará a infância de Ayrton Senna no Tocantins. O projeto já foi aprovado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) e está em fase de captação de recursos.

Conforme o diretor, o roteiro tem boa aceitação e a perspectiva de parcerias para as cotas de patrocínio são as melhores. Ele informou que assim que tiver 51% do orçamento do filme em conta começará as filmagens. As empresas podem contribuir com até 4% do que pagam de Imposto de Renda. As cotas variam de R$ 100 mil a R$ 1,5 milhões.

O filme está inscrito na Lei do Audiovisual no valor de R$ 2.882.770,00. “Vamos precisar do apoio do empresariado tocantinense, apoio do governo, do apoio de outras empresas também para buscar recursos. Temos até o final do ano para levantar esses recursos, e espero que consigamos antes, porque esse filme é de interesse mundial também, pois vamos mostrar o Tocantins ao mundo”, afirma Vicentini.

Presente ao evento, o vice-governador Wanderlei Barbosa elogiou a iniciativa, afirmando conhecer o projeto idealizado por seu cunhado, jornalista Goianyr Barbosa, e que nõa ter dúvidas de que o filme trará bons frutos para o tocantins.

“Nosso Estado carece ainda de peças culturais importantes, o Tocantins tem cenários bacanas para ser divulgado para o mundo. O projeto vai dar certo, estamos à disposição para fazer qualquer debate neste aspecto”, finalizou.

O filme deverá ter 75 minutos de duração, e apresentará histórias, fatos, causos e lembranças de Ayrton quando criança nas férias escolares no antigo norte goiano, hoje Sudeste do Tocantins. “Histórias inéditas narradas pelos ‘velhos da terra’, antigos moradores que conviveram e viram muitas histórias inéditas desconhecidas do grande público”, contou Vicentini.