Secretaria de Saúde orienta população e afirma que o Tocantins não tem casos confirmados de Sarampo

  • 24/Jul/2019 12h01
    Atualizado em: 24/Jul/2019 às 12h04).
Secretaria de Saúde orienta população e afirma que o Tocantins não tem casos confirmados de Sarampo Foto: Divulgação

Com o aumento do número de casos de Sarampo em território brasileiro, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, esclarece que não há confirmação da doença no Tocantins. Conforme a SES, o último caso confirmado no Estado ocorreu no ano 2.000.

A enfermeira técnica da área de Saúde, Eliana Ribeiro, esclarece que o sarampo é uma doença infecciosa exantemática (relacionado à erupção cutânea) aguda , transmissível e extremamente contagiosa, podendo ser grave, evoluir com complicações infecciosas e levar a óbito, “por isso é de suma importância a vacinação”, orienta.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções respiratórias, no período de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema, até quatro dias após.

Sintomas

Caracteriza-se por febre alta, acima de 38,5°C, exantema máculo-papular generalizado (manchas vermelhas na pele), tosse, coriza, conjuntivite e manchas de Koplik (pequenos pontos brancos na mucosa bucal, antecedendo o exantema).

Complicações

Febre por mais de 03 dias, após o aparecimento do exantema, é um sinal de alerta e pode indicar o aparecimento de complicações, como infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas e neurológicas. É durante o exantema que, geralmente, se instalam as complicações sistêmicas, embora a encefalite possa aparecer após o 20º dia. Na ocorrência dessas complicações, a hospitalização pode ser necessária, principalmente em crianças desnutridas e em imunocomprometidos, esclarece.

Prevenção

A vacina é a única forma de prevenir a ocorrência do sarampo na população. A vacina tetra viral é oferecida na rotina aos 15 meses de idade para as crianças que receberam a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) entre 12 e 14 meses de idade. Caso a criança não tenha recebido a tríplice antes dos 15 meses, esta deverá ser administrada, devendo ser agendada a tetra viral pelo menos 30 dias após a tríplice até os 4 anos 11 meses e 29 dias.