Tocantins escala seleção para disputar Campeonato Brasileiro de Pôquer em São Paulo

  • 11/Jul/2019 18h13
    Atualizado em: 11/Jul/2019 às 18h15).
Tocantins escala seleção para disputar Campeonato Brasileiro de Pôquer em São Paulo Foto: Divulgação

Um grande torneio nacional de pôquer disputado por seleções estaduais repletas dos melhores jogadores do Brasil. Em jogo, a glória máxima de ver o estado que representam no lugar mais alto do pódio, sem prêmios em dinheiro em disputa. É disso que se trata o CBPE (Campeonato Brasileiro de Pôquer por Equipes), um dos principais torneios do calendário nacional e que chega à sua sétima edição.

A seleção tocantinense de poker fez bonito no CBPE em 2018, conquistando um honroso terceiro lugar, ficando atrás apenas do campeão Paraná e do vice São Paulo. Este ano, o time do Tocantins vai animado para, no mínimo, repetir o desempenho e quem sabe conquistar o troféu inédito!

O técnico Edivan Damaso escalou a seguinte equipe: Gabriel Aires, Frederico Silvério, Marcia Donato, Pedro Franco, Sergio Monteiro e Luiz Lopes.

O CBPE 2019 será disputado nos dias 17 e 18 de julho, no WTC Sheraton, em São Paulo. O torneio é organizado pela CBTH (Confederação Brasileira de Texas Hold’em) e tem como objetivo principal mostrar que o amor ao esporte é a principal essência da disputa.

Na edição de 2018, a competição envolveu 20 federações, a maior da história envolvendo os estados. Em 2019, também serão 20 equipes: Acre/Rondônia (disputam juntos), Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Cada seleção conta com um técnico e seis jogadores, tendo entre eles uma representante feminina. No passado, os campeões foram Rio de Janeiro (2013), Amazonas (2014), Acre/Rondônia (2015), Santa Catarina (2016), São Paulo (2017) e Paraná (2018).

“É muito bom ver os maiores jogadores de pôquer do Brasil tão empolgados com um torneio desses, porque é uma das oportunidades que eles têm de representar seus estados e jogar em equipe. Mostra que o pôquer se mantém competitivo mesmo sem premiações em disputa”, afirma Ueltom Lima, presidente da CBTH.