Juvenal Klayber diz que governador obedece enquadramento do Estado na LRF com demissões

  • 08/Jan/2019 10h31
    Atualizado em: 08/Jan/2019 às 10h38).
Juvenal Klayber diz que governador obedece enquadramento do Estado na LRF com demissões Foto:

O Ministério Público Eleitoral do Tocantins entrou com pedido de cassação dos diplomas do governador Mauro Carlesse e seu vice, Wanrderlei Barbosa, alegando que ato que extinguiu contratos temporários se deram por questões eleitorais. Ao O Jornal, o advogado que representa o governador, Juvenal Klayber, disse que ainda não foi notificado sobre esse novo pedido, mas que não vê irregularidades.

O advogado disse que Carlesse tomou conhecimento desse novo pedido através da imprensa, mas que está tranquilo quanto aos atos da sua gestão. “O governador obedeceu todos os critérios da justiça Eleitoral e só fez contratações [no período suplementar] com autorização da mesma, para manter o funcionamento da administração. E quanto as demissões, o ato dele normal como gestor é de colocar o Estado dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou Juvenal Klayber.

Pelo que já teve conhecimento, por meio da imprensa, Juvenal disse que a ação é semelhante a que a coligação do então candidato ao governo, Vicentinho Alves (PR) entrou contra Carlesse no ano passado. “A AIJE alegava que o governador tinha feito inúmeras contratações durante o período suplementar. Mas ficou comprovado que as contratações foram somente dentro do permitido pela justiça eleitoral”.

Entenda

O procurador Regional Eleitoral, Álvaro Manzano, pediu que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) casse os mandatos do governador e do vice, por suspeitas de irregularidades nas extinções de contratos no dia 1º de janeiro.

Juvenal disse que aguarda ter o processo em mãos para fazer a defesa. Veja abaixo na íntegra a nota do governo enviada à imprensa.

NOTA

O Governador cumpriu estritamente as determinações da Justiça Eleitoral e também do Tribunal de Contas. Portanto, não foi praticado nenhum ato que tenha infringido as leis eleitorais. Tanto que somente agora em Janeiro, após o fim do período vedado pela Justiça Eleitoral, o Governo iniciou o processo de reforma administrativa e enxugamento da máquina com a extinção de cargos temporários e comissionados em excesso.

Por isso, o Governo não vê sentido nesta ação proposta pelo MPF e que acredita no trabalho da Justiça.

Assessoria de Imprensa
Gabinete do Governador