Tocantins é incluído no Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2015/2016

  • 16/Jul/2015 15h08
    Atualizado em: 16/Jul/2015 às 15h13).
Tocantins é incluído no Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2015/2016 Foto: Foto: Secom/TO

Na manhã da última quarta-feira, 15, o ministro da Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho, recebeu o secretário de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária, Clemente de Barros, o presidente do Instituto Rural do Tocantins (Ruraltins), Pedro Dias, e o secretário de Representação do Estado em Brasília, Renato de Assunção. Durante o encontro, a equipe conversou sobre o “Plano Safra da Pesca e Aquicultura 2015/2016”, e ouviu do ministro a confirmação de que o Tocantins está contemplado com as linhas de crédito especiais oferecidas aos produtores de pescado do País.

Para entender

O plano disponibiliza R$ 2 bilhões de crédito para a Safra 2015/2016, com taxas de juros equivalentes ao Plano Safra da Agricultura Familiar. O Governo garantiu junto ao ministério que os produtores do Tocantins terão acesso aos recursos, visto que o desenvolvimento da pesca e aquicultura é um dos setores prioritários para o Governo do Estado.

Em sua fala, o presidente do Ruraltins enfatizou para o ministro a importância da aprovação do projeto no valor de R$ 63 milhões voltados para fortalecimento da assistência técnica no Tocantins. A proposta já foi protocolada no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) por meio do Sistema de Convênios do governo federal (Siconv).

Aquicultores

Atualmente, o Tocantins conta com mais de mil aquicultores em um dos cinco parques aquícolas licenciados e aptos para a criação de peixes em tanque-rede. São quatro frigoríficos com serviço de inspeção federal que processam e exportam pescado. Além disso, existem dez produtores de alevinos que suprem o mercado interno e ainda abastecem outros estados com as vendas de alevinos e larvas.

Visita em Brasília

Durante a visita em Brasília, a equipe do Governo buscará recursos para ampliação da assistência técnica rural; melhoria das condições de trabalho dos extensionistas do Estado; investimentos na ampliação da produção e comercialização de orgânicos e agricultura de baixo carbono.

(Com informações da Secom/TO)