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TOCANTINS

25/08/2014 14h43 | Atualizado em: 25/08/2014 14h46

Divulgação
Cia de Pescados do Brasil

Heródoto, foi um geógrafo e historiador grego, viveu entre 485 a 420 a.C. Não enfadava a dizer - “o Egito é uma dádiva do Nilo”.
O Tocantins Antigo surgiu e o Novo Tocantins se desenvolve no entorno do Rio Tocantins. Plagiando 1/3 da fala de Heródoto – o Tocantins é uma dádiva do Rio Tocantins. Isto colocado pode asseverar que este rio é um admirável paiol de pescados.
Daí o gosto por peixes pelos tocantinenses vem de longe, vem dos nossos nativos que tinham ali no seu quintal as águas para o seu modo de vida e de lidar com a natureza. Se falar em segurança alimentar, isto possui raízes profundas, passaram através da história e da cultura, geração a geração.
Falando do agora do consumo de pescados no Brasil, diretamente proporcional ao crescimento deste, apressado vem sendo a produção de pescado nos grotões no território tocantinense. Imaginem nossos peixes estão indo para Brasília, Goiânia, São Paulo e até subindo o Rio Amazonas e abastecendo os restaurantes de Manaus.
Do jeito que tá, esta bom. Mas cobiçamos determinar mais, vender mais, gerar mais emprego e renda pra nossa gente.
No mesmo sentido e razão, o mercado quer produto bom, em grande quantidade, preço não vilãozado e peixes diversificados.
Não é cenário pra amador, mas podemos entrar nesta fita, café-no- bule par isso não falta, digo: - cacife. Sem entremeio de falsa modéstia, ou se preferirem, podemos produzir muito peixes e de várias espécies.
Parte deste consumo deriva do amor da barriga, fato dos peixes possuírem carnes saborosas, nutritivas e saudáveis. A outra parte é fisgada pelos corações avulsos, sofridos ou que o ultimato de padecerem por colesteróis de lipoproteínas de baixa densidade, que causam mal ao ser humano, tai a dor.
Outra bondade da carne de peixe é a presença de um componente que é muito benéfico à saúde, conhecido como ômega , trata-se de um ácido que ajuda a reduzir as taxas de colesterol, diminui a incidência de doenças cardiovasculares, atua na regeneração de células nervosas, influindo no combate à depressão e distúrbios do sono. Por atuar no sistema nervoso o ômega 3 diminui o risco de desenvolvimento do Mal de Alzheimer, demência e cansaço mental. Rev Inst Ciênc Saúde. 2008; 26(2):153-6.
Relativo ao preço, nosso pescado tá de encontro ao paladar, baratear o produto, depende dos reformadores da política fiscal brasileira, com gordura subcutânea dos impostos, taxas e juros cobrados. Sem preconceito é claro, porque, no Tocantins não atente as cotas das minorias raciais.
Nada obstante, isso tem jeito de melhorar, faltam aos “omins otoridades ”(grande cardume na política), comer mais peixes e melhorar a massa cinzenta das idéias.
Sobre a diversificação dos criames pelo dadivoso do Rio Tocantins, capacidade que nos habilita sair na frente, este é o canal percorrido pelos textos de “Nossos Peixes” aprumado na direção e sentido ecologicamente correto, mostrou uma baita quantia de peixes, cerca de 50 especies, apontandas com suas regiões de ocorrências, hábitos, alimentações, reproduções e caracteristicas gerais e ainda mostrando os valores comerciais, esportivos e ornamentais destes.
Assim, nesta edição em particular, “Nossos Peixes” vem reforçar esta preocupação da necessidade de incrementar a piscicultura tocantinense e diversificar os criatórios com outras variedades de peixes nativos e transformar o Estado do Tocantins referencia nacional na produção de “frutos de água doce”, motivo não falta: as “megatendências” (grandes mudanças) que vêm acontecendo no Brasil e no mundo; das mudanças importantes na estrutura produtiva agropecuária nacional; das relações bilaterais internacionais aquecidas; a nova ordem mundial moderna e competitiva; e a globalização da economia está derrubando fronteiras, ultrapassando diferentes línguas, costumes e criando um mundo inteiramente novo, diferente com um enorme portão de novas oportunidades para o Agronegócio Brasileiro, em especial para o pescado brasileiro.
Tudo isso demanda um planejamento racional, a começar tanto pelos aquicultores tocantinenses, como os aquicultores brasileiros, donde historicamente de uma caráter genérico tiveram poucas alternativas de diversificação das espécies nos seus criames.
O refrigério para dos aquicultores, viria de: mais pesquisas de espécies nativas populares; oferta de assistência técnica e extensão rural atrelada a um artifício de credito, hoje quase inexistente; políticas publica de defesa agropecuária e sanidade animal sem terrorismo e arrogância de poder, objetivando facilitar a instalação de indústrias pesqueiras; licenciamentos ambientais rápidos, desburocratizado e sem ranço eco xiitas. Neste ( es)quesito quero abrir um breve entre aspas:
O conjunto da legislação brasileira verifica-se a larga utilização de atos administrativos, normativos, regulamentadores (decretos, portarias, resoluções e deliberações) para a organização das atividades agropecuárias brasileira. Ressalte-se, entretanto, que tais atos, além de não contemplarem necessariamente uma plena discussão social por serem atos de vontade de autoridades do poder executivo (apoderado por conta própria de atitudes: legislativa, judiciária e de policia), não poucas vezes causam conflitos entre si.
Voltando as idéias para o futuro, acreditamos que a diversificação da produção de pescados, começando pelo Tocantins nos firmará como vanguardista na atividade em primeira mão, considerando que essa mudança da matriz produtiva não ocorre unicamente como estratégia para aumentar o tamanho do mercado consumidor, também poderá ocorrer por um resgate cultural, muitos peixes pescados antigamente ainda habita a alma da nossa gente. Conhecidos e apreciados pela maioria dos brasileiros estes peixes poderão ser convocados, como é o caso da Matrinxã ou a Piabanha, a Tabarana ou Dourado Branco, Corvina ou Pescada Branca, Mandubé ou Fidalgo, Pirarucu ou Bacalhau do Brasil, Piraiba ou o Filhote, Pintado da Amazônia e a Sardinha de Água Doce e com aditivo. Todos têm MARKETING OF AMAZONIA BRAZIL de consumo.