Geral

CRM abre sindicância para investigar conduta dos médicos envolvidos na operação

09/11/2017 17h18 | Atualizado em: 09/11/2017 17h20

Em Nota à Imprensa divulgada nesta quarta-feira, 8, o Conselho Regional de Medicina do Tocantins, informa que determinou a abertura de sindicância para apurar a conduta ética dos médicos investigados no âmbito da Operação Marcapasso, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira, 7, e que resultou na prisão temporária de 11 médicos e inúmeras conduções coercitivas para prestar esclarecimentos quanto ao esquema que fraudava licitações para aquisição de de órteses, próteses e materiais especiais pela Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins.

Dos 11 médicos que tiveram a prisão decretada, apenas 2 continuam presos na Casa de Prisão Provisória de Palmas, Ibsen Suetônio Trindade e Andrés Gustavo Sánchez, considerados pela PF os chefes do suposto esquema. Os demais (Henrique Barsanulfo Furtado; Antônio Fagundes da Costa Júnior; Carlos Alberto Figueiredo Novo; Fábio D'ayala Valva; Genildo Ferreira Nunes; Leandro Richa Valim; Marco Aurelio Vilela Borges de Lima e Silvio Alves da Silva) foram liberados mediante pagamento de fiança. Já Fernando Motta está fora do País.

A seguir, íntegra da Nota do CRM/TO

Nota à Imprensa

O Conselho Regional de Medicina do Tocantins (CRM-TO) por meio da sua corregedoria determinou a abertura de sindicância neste quarta-feira (08/11), para apurar conduta ética dos profissionais investigados pela Operação Marcapasso.

Ressalta-se que os procedimentos administrativos do CRM, tramitam em sigilo, por força de lei.

Jaci Silvério de Oliveira
Corregedor