Diretoria Regional do Sintet garante que categoria não vai finalizar a paralisação

  • 08/Out/2015 16h26
    Atualizado em: 08/Out/2015 às 17h14).
Diretoria Regional do Sintet garante que categoria não vai finalizar a paralisação Foto: Foto: Ivan Trindade

Em uma assembleia realizada na tarde desta quinta-feira, 8, na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Tocantins (Sintet), os servidores municipais da Educação protestaram sobre a decisão da Justiça que decretou a greve da categoria ilegal.

Vinícius Luduvice, professor e representante da diretoria regional do Sintet de Palmas, disse para a reportagem do O Jornal, que apesar da pressão que a prefeitura está fazendo para causar o fim da greve, em momento algum os docentes pensaram em terminar com o movimento. “Só vamos conseguir vencer essa luta na rua”, pontuou Vinícius.

“O parecer da Justiça não nos obriga a voltar para a sala de aula. Assim como a greve do Estado foi decretada ilegal, a nossa também foi. E da mesma forma que os servidores estaduais seguiram com a paralisação, nós também vamos. Isso em momento algum nos colocará de volta nas salas de aula”, enfatizou o representante.

Segundo Vinícius, apesar do prefeito e do Secretário Municipal de Educação, Danilo de Melo já terem enviado para todos os diretores de escola que são “da base de Amastha” que a greve vai terminar, o sindicato até o presente momento não foi notificado pela Justiça. E, “somente a partir dessa notificação, é que vamos dar nossa resposta”, comentou.

“O recado da categoria para o prefeito foi dado no momento em que decidimos entrar em greve. Nós sentimos muito pelo tom jocoso que o Amastha tem pelos servidores da Educação. Ele precisa nos respeitar, porque nós vamos mostrar a força que a Educação palmense tem”, concluiu Luduvice.

Ao reforçar as palavras de Vinícius, o presidente da Diretoria Regional de Palmas do Sintet, Joelson Pereira dos Santos, comentou: “o prefeito está desde ontem (07), soltando essa informação. Ele acha que vai amedrontar a categoria. Essa decisão não vai nos amordaçar”.