Agrobrasil S/A

AGROBrasil S/A no O Jornal to

23/03/2016 16h27 | Atualizado em: 23/03/2016 16h37

Foto: Reprodução
Roberto Sahium
Roberto Sahium
AGROBrasil S/A no O Jornal to.

Fundado em janeiro de 1989, na cidade de Miranorte (TO), no dia 6 de fevereiro pelo saudoso Salomão Wenceslau o JORNAL, com finalidade de levar informação com clareza e isenção, de forma a propiciar aos leitores subsídios para que formem sua própria opinião sobre os acontecimentos que afetam a vida da sociedade, principalmente a tocantinense, como um todo. Com o mesmo reservado, com a mesma credibilidade construída nesses 27 anos. Assim na localidade da página de Nossos Peixes estaremos dando um demarcação ao AGROBrasil S/A de maneira maiúscula e plural e como em pouco tempo saiamos da era Jeca Tatu e adentrou na estação mecatrônica, na agricultura de resultados no tempo da racionalidade e no momento da inclusão social, econômica e ambiental.

A roça brasileira
de Jeca Tatu a produtor mecatrônico.

A estrovenga da verdade não falha, veracidade verdadeira germinou e viera à tona. Quero dizer que no cenário econômico do Brasil “a agricultura e a pecuária brasileira” desde sempre segurou e segura às contas mal calculadas pelas políticas magras.

Brasil entupido de invencionice parcimoniosa, planos econômicos mirabolantes, políticas agrícolas concebidas nas baias da hibridação com genética dos enjambramentos acasalados com gambiarras, confusas de ter fé, e de quando em vez cultiva alguns de tão transgênicos parece a mula-sem-cabeça, hilariante,
que intoxica com risos muita gente. Para clarificar isso dito, algumas são bem conhecidas, como a que cunhara o quinto dos infernos, ou seja, de tudo que se produziam como mandioca, abóbora, milho, galinhas, etc., 20% era tributo, descontado na pedra ou feira (bons tempos), ainda no Brasil Colônia. No tempo de Dom João VI, temos o caso histórico da galinha que vira vilã da inflação, a pobre e inocente sumiu dos puleiros, procurada a luz de lamparina; acolá. Na ditadura vem o caso do aquoso Chuchu, o Sem-graça, de uma pedalada só, se transforma no mais feroz vilão da inflação da época. Ali, período do governo Sarney tem o causo dos bois voadores, seqüestrados nas pastagens com uso de helicópteros, foi tanto susto que os indigentes bovinos levaram, que não tiveram coragem de olhar pro chão, sentiam náuseas. Atinente a algumas passagens tristes acontecidas, vem à mente de muitos ainda viventes, do governo brasileiro, era Getulio Vargas, o incentivo para formação de cafezais pelo país afora, em seguida o desincentivo. Primeiro a ordenação para a queima de montanhas de café no Porto de Santos, em seguida a determinação por decreto à destruição da maioria das roças de café Brasil. Chega o desplante do governo do Figueiredo: “Plante que o João Garante”, episódio que desbeiçou de riba pra baixo uma erosão nas algibeiras dos agricultores brasileiros, colocando-os todos numa voçoroca só, ferrados e devedores do Banco do Brasil, isso mesmo, o mesmo banco que patrocina até jogo de porrinha na praia. Quanto aos comandos seqüentes, o grande ato heróico fora no governo collorido (no minúsculo), aquele que de uma foiçada só, roçou na raiz uma das mais importantes corporações publica do segmento rural, a EMBRATER – Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão, e ainda deixou acidez suficiente para o governo de FHC neutralizar a política agrícola brasileira e de tabela musculatura para jogar uma pá-de-cal sobre os produtores rurais brasileiros.

O soterramento desta voçoroca viera no final da década de 90 pelo AGROBrasil S/A, que se reinventou, buscou os mecanismo de sobrevivência, aplicou tecnologias de ponta brasileira e cooptou mercados internacionais.

Essa birra contra os roceiros produtores de comidas, fibras e agora a biomassa deste Brasilzão, vem de longe esta intiriça, iniciou quando nossas terras fora Ilha de Santa Cruz chegando ao presente andamento.

No principio na ala escrava, a feitoria dos feudais da cana-de-açúcar e do café, encontra mão-de-obra de graça, que findou de araque e daí foram empurrados
para a fieira dos colonos, catapultados pelos grandes aristocratas fazendeiros, donde essa classe passa um bom tempo até submergir lavrador, meeiro, agregado, posseiro, parceleiro e depois batizado pelo povo do comercio (cidade) de Jeca Tatu. No final do século 20 estes jecas que continuavam a abastecer as tuias da cidade passam a ser alcunhados de caloteiros, predicado qualificativo não condizente as circunstâncias da política agrícola brasileira, mal plantada e cultivada por burocratas de plantão assentados no planalto central do Brasil.

Mas a prova esta ai, o AGROBrasil S/A a maior empresa de sociedade anônima do mundo, com esquadrão de produtores mecatrônicos, que atualmente planta e colhe a maior roça do planeta, quase que totalmente custeada com recurso conseguidos as vezes com venda antecipada para os mercados futuros via Trading, chegando este valor em mais de 70% do custeio ). É tanto alimentos produzidos, que além de proporcionar a segurança alimentar para mais de 200 milhões de brasileiros, torna positivo nossa balança comercial, permitindo a tratar a pão-de-ló muitos barnabés do dito agronegócio, e servir de aparadouro para as línguas de algumas criaturas céticas por burrice ou por maldade relativo a figura do produtor rural. Preconizamos a estes descrentes se informar melhor a cerca do PIB brasileiro, do número de renda e empregos promovido pelo AGROBrasil S/A, e ainda procurar saber quais são as cidades brasileiras com os maiores PIB e IDH? E por quê?

E por ai afora.....o governo ajuda muito não atrapalhando.